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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

DESEJO A TODOS OS LEITORES E SEGUIDORES DO MISTÉRIOS E ENCANTOS DAS POMBAGIRAS UM FELIZ ANO NOVO!!


envie uma mensagem - http://www.tiajaeonline.com.br


Que nesse ano possamos sonhar, E acreditar, de coração, que podemos realizar cada um de

 nossos sonhos, Que esses sonhos possam ser compartilhados pelo bem, E que eles tenham 

força de transformar velhos inimigos em novos amigos verdadeiros, Que nesse ano 

possamos abraçar, E repartir calor e carinho, Que isso não seja um ato de um momento, 

Mas a história de uma vida. Que nesse ano possamos beijar, E com os olhos fechados, tocar 

o sabor da alma, Que tenhamos tempo para sentir toda a beleza da vida, E que saibamos 

senti-la em cada coisa simples, Que nesse ano possamos sorrir, E contagiar a todos com 

uma alegria verdadeira, Que não sejam necessárias grandes justificativas para nosso sorriso, 

Apenas a brisa do viver, Que nesse ano possamos cantar, E dizer coisas da vida, Que não 

sejam apenas músicas e letras, Mas que sejam canções e sentimentos, Que nesse ano 

possamos agradecer, E expressar a Deus e a todos: “Muito Obrigado!”, Que nesse “todos” 

não sejam incluídos apenas os amigos, Mas também aqueles que, nos colocando 

dificuldades, nos deram oportunidades de sermos melhores. E assim começamos mais um 

Ano Novo, Um dia que nasce, um primeiro passo, um longo caminho, Um desafio, uma 

oportunidade e um pensamento: “Que nesse ano sejamos, Todos, Muito Felizes!”
FELIZ 2012!!!!

sábado, 19 de novembro de 2011

Pomba gira Rosa Caveira




Pomba gira Rosa Caveira

Essa Lenda que será contada aqui, 
pertence à uma de suas vidas passadas, lembrado que 
nem sempre a Rosa Caveira que é citada, 
é a mesma que incorpora. 
Então a história poderá ser diferente da outra, 
mas sempre será a mesma Rosa Caveira. 
Lembra-se ainda que esta Lenda, passa por inúmeros Sites.

“Ela viveu aproximadamente á 2.300 anos antes de Cristo, 

na região da Mongólia, os seus pais eram agricultores 
e tinham muita terra. Ela era uma das 7 filhas do casal, 
sendo que seu nascimento, deu-se na primavera e a mãe dela 
tinha um jardim muito grande de rosas vermelhas e amarelas, 
que rodeava toda sua casa. 
E foi nesse jardim, onde ocorreu seu parto. 
Seus pais além de serem agricultores, também eram feiticeiros, 
mas só praticavam o bem para aqueles que os procuravam,
 e sua mãe tinha muita fé em um cruzeiro que existia 
atrás de sua casa no meio do jardim, onde 
seus parentes eram enterrados. 
No parto da Rosa Caveira, a mãe estava com problemas, 
e dificultava o nascimento da mesma e estava perdendo 
muito sangue, podendo até morrer no parto. 
Foi quando a avó da Rosa Caveira que já havia falecido há muito tempo,
 e estava sepultada naquele cemitério atrás de sua casa, 
vendo o sofrimento de sua filha, veio espiritualmente ajuda-la no parto, 
sendo que sua mãe com muita dificuldade e a ajuda de sua avó (falecida), 
conseguiu dar a luz a Rosa Caveira, e como prova de seu Amor 
a neta, sua avó, colocou em sua volta, várias Rosas Amarelas 
e pediu a sua filha que a batiza-se com o nome de
 ROSA CAVEIRA, pelo fato dela ter nascido em um jardim repleto de Rosas 
e encima de um Campo Santo (cemitério), e também por causa
 da aparência Astral de sua mãe (avó), que aparentava uma Caveira.
 E em agradecimento a ajuda da mesma, 
ela colocou uma Rosa Amarela em seu peito e segurando a mão de sua mãe,
 a batizou com o nome de ROSA CAVEIRA DO CRUZEIRO, 
conhecida com o nome popular de Rosa Caveira.

Ela cresceu com as irmãs, mas sempre foi tratada de modo 

diferente pela suas irmãs, sempre quando chegava
 a data de seu aniversario sua avó ia visitá-la (espiritualmente), 
e por causa destas visitas e carinho que seus pais tinham a ela, 
suas irmãs começaram a ficar com ciúmes 
e começaram a maltratar a Rosa, debochar dela, 
chamar ela de amaldiçoada pois havia nascido encima 
de um Campo Santo e seu parto feito por uma morta, 
de caveira dos infernos, etc. 
E a cada dia que se passava, Rosa ficava com mais raiva de suas irmãs. 
Então ela pediu para seus pais, que ensinasse a trabalhar com magia,
 mas não para fazer maldade, mas sim para sua própria defesa, 
e ajuda de pessoas que por ventura a fosse procurar. 
Sua avó vinha sempre lhe dizer que ela precisaria se cuidar,
 pois coisas muito graves estariam para acontecer. Seu pai muito atencioso a ensinou tudo o que ela poderia apreender, 
e também ensinou-a a manejar espadas, lanças, punhais, 
ou seja, armas em geral. 
Sua mãe lhe ensinou tudo o que poderia ser feito com ervas,
 poções, perfumes, e principalmente o que se poderia fazer em um Cruzeiro.
 Foi ai que suas irmãs ficaram com mais raiva ainda, 
pois ela estava sendo preparada para ser uma grande Feiticeira, 
e sendo ajudada por seus Pais e sua Avó, 
e zombava mais ainda dela, chamando-a de mulher misturada com homem 
e demônio, uma aberração da natureza, 
não por causa de sua aparência, pois ela era linda, 
mas sim por vir ao mundo nas mãos de uma Caveira (sua avó), 
e ter nascido encima de um cemitério.

Suas irmãs se casaram com agricultores da região, 

porém uma de suas irmãs (a mais velha), 
se aperfeiçoou em Magia Negra,
 e por vingança do carinho e a presteza que seus Pais 
davam a Rosa e não a elas, não porque seus pais gostavam mais dela,
 pois eles tinham amor igual a todas, mas Rosa demonstrava 
mais interesse do que as outras, ela fez um feitiço que matou seus pais. 
A Rosa com muita raiva, matou sua irmã e seu marido. 
As outras irmãs com medo dela, juraram lealdade a ela e nunca mais zombaram dela.

Aos 19 anos ela saiu ao mundo querendo descobrir

 algo novo em sua vida, foi quando ela conheceu 
um homem (Mago) que tinha 77 anos, 
e juntos com seus 4 irmãos, ele foi ensinando 
a ela varias magias e feitiços, tudo sobre a vingança, 
o ódio, a dor, pois esse homem era o Mago mais odiado
 e temido da redondeza pelos Senhores Feudais
 e Magos Negros. Vivia em um cemitério com 
seus 4 irmãos e discípulos. Ela aprendeu a ver o futuro
 e fazer várias Magias de um modo diferente, 
sempre usava um crânio tanto humano como de animal 
e em sua boca colocava uma rosa amarela, foi quando
 em uma de suas visões, viu suas irmãs planejarem sua morte.
 Ela por sua vez muito esperta, fez uma Magia, 
que matou todas suas irmãs. Após fazer 
isso ela voltou a companhia do mago, 
e com sua ajuda percorreu várias aldeias, 
causando guerras para fazer justiça e para livrar os 
povos dos Senhores Feudais, e também livrar 
esses povos de encantos de Magos Negros 
e Feiticeiros Malignos, e por causa disso 
ela era muito venerada, adorada e respeita por todos. 
Aos 99 anos, seu amado e seu mestre, 
morreu e ela assumiu seu lugar junto com o irmão mais velho do mago.

Aos 77 anos ela foi traída por um dos irmãos do mago falecido,

 o terceiro irmão, que a entregou a um mago 
que estava a sua procura, este Mago era 
um dos mais temidos e perversos e que sabia o ponto fraco dela. 
Com a ajuda desse irmão, esse Mago a matou, 
e degolou a Rosa e entregou sua cabeça
 em uma bandeja de ouro rodeada de rosas vermelhas, 
para os Espíritos dos Magos Negros. 
Após isso ela ficou aprisionada espiritualmente por 
esse mago até ser liberta pelo seu amado e mestre
 o mago falecido, que entregou a falange do Exu Tata Caveira. 
O irmão do mago que a traiu, foi morto 3 anos depois 
pela própria Rosa, que deu sua alma 
de presente a seu Amado e Mestre, 
se tornando assim seu escravo.

Foi ai que ela começou a trabalhar na linha das almas 

e ficou conhecida como Rosa Caveira 
(Pomba-Gira Guerreira e Justiceira), 
pois em sua apresentação astral ela vem em 
forma de mulher ou caveira, ou meio a meio sempre
 com uma Rosa amarela em suas mãos e uma caveira aos seus pés, 
caveira esta que representa, todos seus inimigos que cruzam seu caminho.

Trabalha na linha das almas e faz parte da falange do 

Exu Caveira e Tava Caveira, seu ponto de força, 
é no cruzeiro das almas, 
onde são entregues seus pedidos e oferendas. 

Dona Rosa caveira é a entidade chefe da falange das Rosas,
 ou seja, na realidade é
o nome de uma falange, onde muitos espíritos trabalham 
e adotam o nome da
mesma. Existem também os espíritos que 
trabalham na falange e não adotam o
“Caveira”, por motivos de funções ou hierarquias,
 como Dona Rosa Negra ou Dona
Rosa da Noite.
Essa falange é especializada na captura, 
prisão e encaminhamento de
espíritos de magos negros e seus seguidores.
Trabalha em parceria com a falange dos Exús Caveiras.
Sua manifestação quando incorporada
 é de poder e seriedade.
Suas oferendas, devem ser feitas, 
somente a pedido da entidade e a entrega, no
cemitério ou nas encruzilhadas em forma de T 
que terminem (fechem) nos
cemitérios devem ser entregues por médiuns
 preparados e autorizados para tal.
Suas cores nas roupas dos médiuns costumam ser 
pretas e discretas, podendo
haver alguns detalhes em vermelho ou roxo.
 Também podem usar capa com
capuzes, no caso de médium de hierarquia
 ou se autorizado pelos dirigentes.
Raramente seus médiuns usam muitos badulaques, 
optando pela austeridade e
seriedade dos espíritos que trabalham como guardiãs dessa falange.

domingo, 9 de outubro de 2011


NOMES RECONHECIDOS DE POMBAS GIRAS

TEXTO DE CLAUDIA BAIBICH


Os nomes de Pombas Giras são sempre simbólicos, normalmente compostos pelo nome da falange à qual pertence o espírito e a função ou tipo de atividade que a entidade exerce nessa falange


O espírito pode identificar apenas a falange à qual pertence de modo genérico, exemplo: MARIA MULAMBO OU MOLAMBO (falange)


Pode identificar a a falange e a função,
exemplo: MARIA MULAMBO (falange) DA ENCRUZILHADA (atuação)


Pode identificar apenas a função
exemplo: POMBA GIRA (sem identificar falange) DA ENCRUZLHADA (atuação)


Pode não identificar nem falange e nem função, ( o que é temporário, pois se o médium desenvolver e vir a dar consultas, a entidade tem que se identificar e riscar seu ponto)


exemplo: Maria Bonita (Não identifica nem falange e nem atuação)


Quando um espírito identifica falange e função de atuação, ele já está preparado e devidamente autorizado pela hierarquia e a fazê-lo. Mas vejamos o exemplo:


MARIA PADILHA DA ENCRUZILHDA (identifica a falange e a atuação) mas ainda assim é genérico e simbólico, pois existem centenas de MARIAS PADILHAS DA ENCRUZILHADA.


Quando um espírito ingressa numa falange, ele deixa de usar a identidade própria, embora não perca suas individualidade. Por exemplo, um espírito que desencarnou sobre o nome Lígia Helena da Silva e que optou em trabalhar na erraticidade (nome que se dá à condição de um espírito não encarnado e que ainda se encontra no processo de evolução, não isento de voltar à encarnar)


Voltando ao nosso exemplo, esse espírito não pode se apresentar como:


LÍGIA HELENA DA SILVA DA FALANGE MARIA PADILHA DA FUNÇÃO ENCRUZILHADA, terá que usar apenas MARIA PADILHA DA ENCRUZILHADA.


Eñtão essa Pomba Gira, conta a seu "cavalo" ou a um outro médium que psicografe ou ainda a alguém que a entreviste sobre suas experiências encarnatórias, é óbvio que será completamente diferente de um outro espírito que também use a mesma denominação simbólica.


Essa "denominação simbólica" é necessária, principalmente para a preservação dos registros cármicos das entidades, o que as protege e mantém o sigilo que a função de Guardiã exige. Por isso é que Dona Maria Mulambo díz que não adianta nossa curiosidade; que o mistério não é mantido para fazer suspense ou porque nada exista de concreto a ser revelado; ou porque os médiuns são incompetentes ou mentirosos; ou ainda que as entidades e suas falanges não existam. Como ela já disse em outra ocasião, as Pombas Giras são irreverentes e só permitem revelar o que acham conveniente e o que têm permissão, e para quem achem que devam e ponto!


Dona Maria Mulambo (a Maria Mulambo à qual eu sirvo como médium), não é o mesmo espírito que baixa miraculosamente em centenas de médiuns ao mesmo tempo em centenas de Terreiros.


Entretanto, mesmo com a permanência da consciência individual do espírito, com suas histórias de existências várias e com sua carga de conhecimentos adquiridos nessas experiências, bem como seu nível de evolução moral, quando ele ingressa numa falange espiritual (seja de Pombas Giras, Exús, Caboclos, etc), ele agrega a vibração dessa falange à sua vibração perispiritual.Por exemplo, um espírito que trabalhe como Pomba Gira Guardiã nas zonas do Umbral (Pomba Gira do Lodo)tem que ter seu períspirito (corpo do espírito) preparado para enfrentar vibrações densas e deletérias dessas zonas purgatoriais.


Aliás, existe um enorme preparo dos espíritos que ingressam em diversas falanges de Umbanda, com aprendizados e preparos, que muitas vezes, são vividos aqui, como encarnados e refinados e intensificados na erraticidade.


Então não se estressem com essa questão do mesmo nome em mais de uma entidade, com a demora da entidade em dar sua identificão (se você incomodar demais, a entidade pode lhe dar um nome qualquer, sem identidade vibratória, só para lhe "sossegar")


Todos temos Guardiões, mas poucos iremos conhecê-los e quando isso ocorre, se dá no tempo devido.


PARA AJUDÁ-LOS ALGUNS NOMES DE POMBAS GIRAS
Alguns com falange e função, outros só falange, outros só função e alguns sem falange e função


 Falange Maria Mulambo ou Molambo

Maria Mulambo da Estrada
Maria mulambo da Encruzilhada
Maria Mulambo das Almas
Maria Mulambo dos Sete Portais
Maria Mulambo do Cruzeiro das Almas
Maria Mulambo do Cabaré
Maria Mulambo do Lodo
Maria Mulambo dos Sete Véus
Maria Mulambo da Meia Noite
Maria Mulambo das Rosas
Maria Mulambo da Lira
Maria Mulambo do Lixo
Maria Mulambo da Calunga
Maria Mulambo da Calunga Grande - ou
Maria Mulambo da Praia
Maria Mulambo das Sete Catacumbas
Maria Mulambo da Figueira
Maria Mulambo das Sete Figueiras
Maria Mulambo das Sete Encruzilhadas
Maria Mulambo do Cruzeiro
Maria Mulambo dos Sete Cruzeiros
Maria Mulambo dos Sete Punhais




Falange  Maria Farrapo  (trabalha com as Mulambos)
Maria Farrapo da Encruzilhada
Maria Farrapo das Sete Encruzilhadas
Maria Farrapo da Estrada
Maria Farrapo das Almas
Maria Farrapo do Cruzeiro das Almas
Maria Farrapo do Cruzeiro
Maria Farrapo do Cemitério
Maria Farrapo da Calunga
Maria Farrapo da Calunga Grande
Maria Farrapo do Cabaré
Maria Farrapo do Lodo
Maria Farrapo da Praia
Maria Farrapo da Campina
Maria Farrapo da Figueira



Falange Maria Padilha
Maria Padilha da Encruzilhada
Maria Padilha das Sete Encruzilhadas
Maria Padilha das Almas
Maria Padilha do Cruzeiro
Maria Padilha do Cruzeiro das Almas
Maria Padilha da Estrada
Maria Padilha da Calunga
Maria Padilha das Sete Navalhas
Maria Padilha Sete Facas
Maria Padilha da Calunga Pequena
Maria Padilha da Calunga Grande
Maria Padilha do Cemitério
Maria Padilha da Praia
Maria padilha da Figueira
Maria Padilha do Inferno 
Maria Padilha do Forno
Maria Padilha ds Sete Figueiras
Maria Padilha das Sete Cruzes da Calunga
Maria Padilha do Cabaré
Maria Padilha das Rosas
Maria Padilha das Portas do Cabaré
Maria Padilha Rainha do Cabaré
Maria Padilha Rainha do Cruzeiro
Maria Padilha da Lira
Maria Padilha Rainha da Calunga
Maria Padilha Rainha da Encruzilhada
Maria Padilha Rainha das Sete Encruzilhadas

 
 Falange Pomba Gira Cigana

Pomba Gira Cigana da Estrada
Pomba Gira Cigana da Calunga
Pomba Gira Cigana da Lua
Pomba Gira Cigana da Praia
Pomba Gira Cigana das Matas
Pomba Gira Cigana Rosa dos Ventos
Pomba Gira Cigana do Cemitério
Pomba Gira Cigana dos Lírios
Pomba Gira Cigana das Sete Luas
Pomba Gira Cigana do Cruzeiro
Pomba Gira Cigana Feiticeira
Pomba Gira Cigana do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Cigana Menina
Pomba Gira Cigana das Almas
Pomba Gira Cigana da Encruzilhada
Pomba Gira Cigana do Cabaré
Pomba Gira Cigana da Figueira
Pomba Gira Cigana Rosa Maria
Pomba Gira Cigana da Campina
Pomba Gira Cigana Rainha
Pomba Gira Cigana da Rosa
Pomba Gira Cigana das Sete Encruzilhadas
Pomba Gira Cigana da Rosa Vermelha
Pomba Gira Cigana Sete Saias



Falange Pomba Gira Sete Saias
Pomba Gira Sete Saias da calunga
Pomba Gira Saias do Cais
Pomba Gira Sete Saias do Porto
Pomba Gira Sete Saias da Praia
Pomba Gira Sete Saias da Campina
Pomba Gira Sete Saias do Cemitério
Pomba Gira Sete Saias do Cruzeiro
Pomba Gira Sete Saias do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Sete Saias da Figueira
Pomba Gira Sete Saias da Encruzilhada
Pomba Gira Sete Saias da Lira
Pomba Gira Sete Saias do Cabaré
Pomba Gira Sete saias da Estrada

Falange Pomba Gira Rainha
Pomba Gira Rainha da Encruzilhada
Pomba Gira Rainha das Sete Encruzilhadas
Pomba Gira Rainha do cemitério
Pomba Gira Rainha do Cabaré
Pomba Gira Rainha da Praia
Pomba Gira Rainha da Tronqueira 
Pomba Gira Rainha da Lira
Pomba Gira Rainha da Estrada
Pomba Gira Rainha Negra
Pomba Gira Rainha da Calunga
Pomba Gira Rainha das Rosas
Pomba Gira Rainha do Cruzeiro
Pomba Gira Rainha do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Rainha das Almas


 

Falange  Rosa Caveira
Pomba Gira Rosa do Cruzeiro
Pomba Gira Rosa do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Rosa da Calunga
Pomba Gira Rosa da Figueira
Pomba Gira Rosa da Noite
Pomba Gira Rosa maria
Pomba Gira Rosa das Almas
Pomba Gira Rosa dos Ventos
Pomba Gira Rosa do Lodo
Pomba Gira Rosa Vermelha (trabalha com Rosa Caveira)
Pomba Gira Rosa Vermelha da Estrada
Pomba Gira Rosa Vermelha da Encruzilhada
Pomba Gira Rosa Vermelha das Sete Encruzilhadas
Pomba Gira Rosa Vermelha do Cabaré
Pomba Gira Rosa Vermelha do Cruzeiro
Pomba Gira Rosa Vermelha do Cemitério
Pomba Gira Rosa Vermelha da Figueira
Pomba Gira Rosa Vermelha das Sete Catacumbas
Pomba Gira Rosa Vermelha do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Rosa Vermelha da Calunga
Pomba Gira Rosa Negra (trabalha com Rosa Caveira)
Pomba Gira Rosa Negra da Calunga
Pomba Gira Rosa Negra do Cemitério
Pomba Gira Rosa Negra do Cruzeiro
Pomba Gira Rosa Negra do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Rosa Negra das Almas
Pomba Gira Rosa Negra dos Sete Cruzeiros
Pomba Gira Rosa Negra dos Sete Cruzeiros da Calunga



Falange  Maria Quitéria
Pomba Gira Maria Quitéria da Encruzilhada
Pomba Gira Maria Quitéria da Estrada
Pomba Gira Maria Quitéria do Cruzeiro
Pomba Gira Maria Quitéria do Campo
Pomba Gira Maria Quitéria dos Sete Cruzeiros
Pomba Gira Maria Quitéria do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Maria Quitéria do Cemitério
Pomba Gira Maria Quitéria da Mata
Pomba Gira Maria Quitéria da Calunga
Pomba Gira Maria Quitéria da Tronqueira
Pomba Gira Maria Quitéria do Cabaré
Pomba Gira Maria Quitéria do Porto
Pomba Gira Maria Quitéria da Figeira
Pomba Gira Maria Quitéria da Praia
Pomba Gira Maria Quitéria do Lodo






Pomba Gira Salomé
Pomba Gira Gira Mundo
Pomba Gira Ganga
Pomba Gira Sete Calungas
Pomba Gira Sete Chaves
Pomba Gira Sete Capas
Pomba Gira Sete Caveiras
Pomba Gira Sete Estrelas
Pomba Gira Sete Estradas
Pomba Gira Sete Encruzas
Pomba Gira Sete Navalhas
Pomba Gira Sete Porteiras
Pomba Gira da Tronqueira
Pomba Gira das Matas
Pomba Gira do Cais
Pomba Gira das Rosas
Pomba Gira da Praia
Pomba Gira da Figueira
Pomba Gira Dama da Noite
Pomba Gira Menina
Pomba Gira Menina da Praia
Pomba Gira Menina da Calunga
Pomba Gira Menina do Cruzeiro
Pomba Gira Menina do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira Menina da Encruzilhada
Pomba Gira Menina do Cabaré
Pomba Gira Menina das Almas
Pomba Gira Maria Caveira
Pomba Gira Maria Sete Covas
Pomba Gira Maria Rosa
Pomba Gira Maria Eulália
Pomba Gira Maria da Praia
Pomba Gira Maria Morena
Pomba Gira Maria Alagoana
Pomba Gira Maria do Cais
Pomba Gira Maria Bonita
Pomba Gira Maria Mineira
Pomba Gira Maria Baiana
Pomba Gira Maria do Porto
Pomba Gira Maria do Cabaré
Pomba Gira Maria Sete Catacumbas
Pomba Gira Sete Encruzilhadas
Pomba Gira Sete Figueiras
Pomba Gira Sete Capas
Pomba Gira Sete Figas
Pomba Gira Quebra Ossos
Pomba Gira Sete Cruzeiros
Pomba Gira Sete catacumbas
Pomba Gira Sete Punhais
Pomba Gira Sete Caminhos
Pomba Gira Sete Luas
Pomba Gira Sete Ondas
Pomba Gira Sete Véus
Pomba Gira Rosas
Pomba Gira Sete Coroas
Pomba Gira do Lodo
Pomba Gira do Cemitério
Pomba Gira do Cruzeiro das Almas
Pomba Gira das Almas
Pomba Gira da Encruzilhada
Pomba Gira das Sete Encruzilhadas
Pomba Gira da Calunga
Pomba Gira Sete Covas
Pomba Gira do Cruzeiro
Pomba Gira dos Sete Cruzeiros
Pomba Gira Feiticeira
Pomba Gira da Estrada
Pomba Gira da Lira
Pomba Gira Mirongueira
Pomba Gira do Cabaré

CLAUDIA BAIBICH
PARA COPIAR, CITE A AUTORA
ATUALIZADO EM 23 de julho de 2011
Pesquisa realizada com médiuns das entidades.


POMBA GIRA GUARDIÃ DO LODO

TEXTO DE CLAUDIA BAIBICH

As entidades espirituais que atendem sobre a denominação:
Pomba Gira do Lodo, merecem todo o nosso respeito e reconhecimento.
Realizam o trabalho de Guardiãs das zonas purgatoriais nas
cavernas do umbral. Onde são encontrados espíritos que passam pelo processo socorrista de esgotamento de resíduos deletérios, antes de serem enviados a outras colônias espirituais.
Essas entidades, não correm gira, enquanto ocupam esse posto,o que ocorre por um determinado período, até que se encarreguem de novos aprendizados e missões.
Não cabe a elas a tarefa de captura ou encaminhamento de qualquer espírito, exceto se solicitadas, pela hierarquia em um caso particular.
Sua apresentação fluídica não é a de mulher encantadora e sedutora , e sim a de Guardiãs convencionais e mais sóbrias com capas e capuzes.
Não recebem oferendas, (exceto de seus médiuns, que são muito raros )já que seu trabalho é guardar o acesso à essas colônias,
não permitindo que os que lá se encontram saiam a deriva.
E também não permitindo a entrada de agentes trevosos, que assediam esses espíritos em recuperação e tentam dominá-los para usá-los em seus demoníacos intuitos.
Mas uma vez, repito: Não confundam Pombas Giras com kiumbas.
Muito ao contrário disso: As Guardiãs combatem espíritos trevosos,
protegendo encarnados e desencarnados do assédio das trevas.


SALVE AS GUARDIÃS DO LODO!
CLAUDIA BAIBICH
PARA COPIAR, CITE A AUTORA.


CONFIAR DESCONFIANDO

Recado de Mãe Mônica Caraccio
Axééé pessoal! Muitos médiuns se questionam e me perguntam sobre a ação de quiumbas incorporando em médiuns e se passando por Pretos Velhos, Caboclos, Exus, enfim, por Entidades de Luz.
Muitas pessoas ficam preocupadas querendo saber como identificar esses espíritos de tão baixa vibração, mas de tão grande esperteza e conhecimento.
Muitos ficam apavorados com a possibilidade de frequentar um Terreiro onde há quiumbas incorporando nos médiuns, na Mãe/Pai dirigente do terreiro 
Enfim, falar de quiumba e imaginar que eles podem estar próximos, muito próximos, com certeza causa arrepio, medo, insegurança e muito desconforto.
Mas, o que fazer com essa possibilidade? O que fazer para não cair nas “mãos” desses espíritos tão maquiavélicos e destrutivos?
Penso que a melhor coisa é conhecer como eles agem, comomanipulam as pessoas e as conversas. Aliás, essas manipulações muitas vezes são tão sutis, tão mascaradas de amor, preocupação, de ‘boa vontade’ que, se não tivermos capacidade de discernir e nosso senso moral extremamente bem estruturado somos levados por esses espíritos facilmente.
Com essa capacidade de discernir e de fazer valer a boa moral vem a necessidade de estudar e de confiar sempre desconfiando, ou seja, nada de fé cega, mesmo porque, a verdadeira Fé é aquela que se baseia no Saber, na coerência e no sentido lógico de “Fazer o Bem” SEMPRE.

E para ajudar nesse entendimento, transcrevo um texto muito bom sobre as ações de espíritos manipuladores, sobre a nossa real necessidade de discernir e de confiar desconfiando. O texto está no livro: “Mediunidade e Seus Problemas” de J.Edson Orphanake (2ª Ed. – Tríade Editorial), espero que gostem e que consigam perceber a importância de sair da inércia, a importância de Estudar, de buscar Conhecimento e de conquistar o Saber.

Confiar desconfiando…


Antes de sair a pastar, a cabra, fechando a porta, disse ao cabritinho:
- Cuidado, meu filho. O mundo anda cheio de perigos. Não abra a porta a ninguém antes de pedir a senha.
- E qual é a senha, mamãe?
- A senha é: “Para os quintos do inferno o lobo e toda a sua raça maldita”.
Decorou o cabritinho aquelas palavras e a cabra lá se foi, sossegada da vida.
Mas o lobo, que rondava por ali e ouvira a conversa, aproximou-se e bateu. E disfarçando a voz repetiu a senha.
O cabritinho correu a abrir, mas ao pôr a mão no ferrolho desconfiou.
E pediu:
- Mostre-me a pata branca, faça o favor…
Pata branca era coisa que o lobo não tinha e portanto não podia mostrar.
E,assim, de focinho comprido, desapontadíssimo, o lobo não teve remédio senão ir-se embora como veio, isto é, de papão vazio.
Desse modo salvou-se o cabritinho porque teve a boa ideia de confiar, desconfiando.
Monteiro Lobato 
-

Transcrevemos a fábula acima, comparando-a a certas manifestações nas quais médiuns ingênuos e ignorantes da parte mediúnica, muitas vezes deixam-se incorporar porespíritos levianos e inferiores, que passam por guias-protetores. O médium, principalmente o inconsciente, desconhecendo o fato de poder ser enganado, dá passividade a um impostor disfarçado em caboclo, preto-velho, baiano, marinheiro, etc. e com ele trabalha durante vários anos sem dar-se conta do logro.
E tal fato leva infalivelmente o médium, a tenda e a Umbanda ao descrédito e até a consequências desagradáveis em ocorrências policiais, frustrando frequentadores e desprestigiando-nos perante a sociedade.
Na maioria dos casos, a dissimulação vem da época do desenvolvimento mal orientado e segue vida afora. Naturalmente, embora caiba responsabilidade ao dirigente do centro, pode o médium estudar seu próprio guia, sem ele se ofender ou melindrar-se, porque sabe que no astral existem lobos com pele de cordeiro, sempre prontos a semearem confusão no seio espiritualista.

Conhece-se o caráter de uma entidade pelo seu modo de pensar, de proceder, de agir. Um espírito iluminado é simples, sério, honesto, compreensivo, prestativo e bondoso; enfim, dotado de virtudes e qualidades superiores.
O espírito inferior, ao contrário, é aquele que apresenta imperfeições na personalidade: é hipócrita, falso, mentiroso, maldoso, sensual, orgulhoso, vaidoso, egoísta, ignorante; em suma, tem todos os defeitos possíveis ao ser humano.
Logicamente, entre as duas classes há os intermediários: nem bons nem maus. Há os também levianos, zombeteiros, maliciosos, insensatos, brincalhões, como já explicamos antes.

Percebe-se-lhes o caráter através das comunicações: linguagem, cultura, coerência nas ações, sinceridade, benevolência. Os bons espíritos jamais se desmentem, não dão maus conselhos e exemplos, nem se orgulham, apresentando-se como autoridades, nobres, pessoas famosas, reis, guerreiros ou com outros títulos científicos, honoríficos e nobiliários. São modestos, tolerantes e, quando nos terreiros, jamais aconselham para o mal, nãoprovocam discórdias, não se metem em intrigas, não falam mal de ninguém, não separam casais, não usam palavras de baixo calão ou expressões obscenas e pornográficas, não afastam rivais, não fazem gananciosos ganhar em jogos, não arranjam uniões ilícitas, não prometem o que não podem cumprir, não alardeiam falsa sabedoria, não se intrometem em fofocas, tratam a todos com a mesma cortesia e bondade; em resumo, são espíritos sérios, honestos e compreensivos, por isso superiores.

espírito inferior e imperfeito gosta de  aparecer e, aproveitando a inexperiência e os defeitos do médium, incorpora-o e se apresenta como o caboclo “Tal” de grande força e poder ou o preto-velho “Pai Fulano”, curandeiro excepcional e, se soluciona dois ou três probleminhas de consulentes, cura três ou quatro doentinhos entre centenas, através de auto-sugestão, no resto faz tremendas estripulias:dissemina a discórdia, mete-se em cochichos, alimenta a vaidade do próprio médium, promete o que não pode cumprir, faz prognósticos errados, aconselha a separação de casais, aponta amantes para esposos desconfiadosridiculariza outros médiuns, repara defeitos nos outros; enfim,estende uma rede de inconveniências e maldades, que passa despercebida dos frequentadores, muitos dos quais temerosos, bajuladores ou subservientes não percebem o fundo falso das manifestações.

Você que é médium e suspeita de algo parecido com o exposto, observe o comportamento de seu “guia” e verifique-lhe o grau de progresso espiritual. Naturalmente, o guia deve ser superior ao médium em moralidade e conhecimento. Se ele se zangar, melindrar-se ou ficar magoado, continue desconfiando…

Retirado do livro “Mediunidade e Seus Problemas” de J.Edson Orphanake
2ª Ed. – Tríade Editorial
http://www.minhaumbanda.com.br/2011/07/12/a-importancia-